Os corvos que não são sonhos: de Van Gogh a Kurosawa

Eliane Patricia Grandini Serrano

RESUMO

O presente texto justifica-se pelas vertentes que Van Gogh abriu à modernidade artística. O pintor deixou à posteridade o legado das telas e das cartas.

Por estas, pode-se fazer uma leitura a partir dele mesmo, uma vez que as cartas são manifestações internas e cotidianas.

Por aquelas, pelos auto-retratos, também pode-se ler o artista a partir dele mesmo, pois cada retrato é uma face diferenciada do seu eu.

Pelas telas, o espectador-leitor distanciado, objetivamente executa a análise crítica. Será desenvolvida em três capítulos. O primeiro será o questionamento sobre a escolha de Van Gogh como tema básico da dissertação.

O segundo capítulo, Van Gogh por Ele Mesmo, a partir das informações contidas em suas cartas, na qual se encontra cada obra realizada e, finalmente, no terceiro capítulo serão realizadas Análises das obras apresentadas pelo filme, de onde coloca-se a visão do leitor-espectador, a partir dos Sonhos de Akira Kurosawa.

ABSTRACT

This text is justified by the issues that Van Gogh opened to modern art. The painter has left to posterity a legacy of paintings and letters. For these, we can do a reading from it, since the cards are internal manifestations and of everyday things.

For those, the self-portraits, can also be read from the artist himself, as each picture is a different face of his self.

The screens, the distanced viewer-reader, objectively performs critical analysis. The work was developed in three chapters.

The first is questioning of the choice of Van Gogh as a basic theme of the dissertation. The second chapter, Van Gogh by himself, from the information contained in his letters, in which each work is performed and, finally, the third chapter will carry out an analysis of the works presented by the film, where the vision of reader/viewer is placed, from Akira Kurosawa’s Dreams.

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