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  • A instalação e a XXI Bienal Internacional de São Paulo

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    A instalação e a XXI Bienal Internacional de São Paulo



    Este trabalho aborda a instalação como a linguagem plástica mais representativa do final do século XX, contextualizando-a historicamente e analisando-a conceitualmente. Traz um sucinto histórico a partir das collages de Pablo Picasso, dos readymades de Marcel Duchamp e o seu desenvolvimento no decorrer de todo século XX.
    Para proceder a leitura e a reflexão da obra, partiu-se da experienciação com base no trabalho da pesquisadora junto à XXI Bienal Internacional de São Paulo, que resultou em textos verbais e não-verbais referentes a onze instalações, sob aspectos poéticos que permeiam o verbal e o não-verbal, em palavras e desenhos.

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  • A recepção da comunicação veiculada pelos vitrais dos Espaços Sagrados da Sainte Chapelle e da Catedral de Chartres

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    A recepção da comunicação veiculada pelos vitrais dos Espaços Sagrados da Sainte Chapelle e da Catedral de Chartres



    O objetivo deste trabalho foi buscar uma recepção da comunicação veiculada pelos vitrais dos espaços sagrados da Sainte Chapelle, de Paris e da Catedral de Notre-Dame, de Chartres, demonstrando que essas obras, pertencentes ao período gótico francês, constituem verdadeiro meio de comunicação.
    No capítulo primeiro, “Os vitrais – meios de comunicação pela arte”, buscamos a apresentação e análise dos meios utilizados pelos seus criadores para tornar legível e aceita a mensagem veiculada, bem como a estrutura e a existência do prototexto que deu origem à metacomunicação dos vitrais.
    No capítulo segundo, “Uma proposta de leitura: estética de Iser e Jauss”, referente à técnica, preocupamo-nos com o enquadramento teórico da comunicação veiculada pelos vitrais na estética da recepção de Jauss e Iser.
    No capítulo terceiro, “O processo de leitura: o contexto”, buscamos a reconstrução da história, objetivo e forma como se deu a construção dos espaços sagrados onde se encontram essas obras de arte, como também o pensamento filosófico e a ideologia que as nortearam.
    Finalmente, no capítulo quarto, na parte do não-verbal, apresentamos um processo de leitura formal e simbólica dos vitrais da Sainte Chapelle e da Catedral de Notre-Dame de Chartres.

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  • Painel Tiradentes: Reificação e Liberdade

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    Painel Tiradentes: Reificação e Liberdade



    As representações do personagem histórico “Tiradentes” são analisadas em termos da Estética da Recepção, da Semiótica e de suas vertentes na Sociedade Multimídia. A preocupação com a integração e contextualização entre História e Arte é evidenciada à medida que as representações de Tiradentes são confirmadas pelo referencial documental básico ( Autos de Devasa da Inconfidência Mineira ). O horizonte de expectativa evidenciado pelo(s) autor(es) de cada obra em questão,pode ser entendido a partir de tais documentos.
    Os resultados das análises efetuadas permitem concluir a intenção do autor da(s) obra(s) e sua consonância com o momento histórico retratado (no caso, a Incofidência Mineira) e, partindo de uma vertente ficcionalizada, compô-la num universo de atualização, onde, no caso específico, do Painel “Tiradentes”de Cândido Portinari, seu autor não só visualizou o processo histórico em questão, mas retratou o momento populista em que viveu, seus anseios e convicções políticas.

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  • Poéticas Visuais e Videoclipe

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    Poéticas Visuais e Videoclipe



    Com o objetivo de desmistificar a atual visão mercadológica pela qual o videoclipe é enfocado, procuramos identificar os elementos constitutivos da linguagem do videoclipe, verificando como essa forma híbrida de linguagem pode estimular a percepção humana em prol de uma interpretação e criação que possa se configurar como uma forma de expressão e comunicação das artes em geral.

    Estivemos, assim, realizando uma análise sintática de um videoclipe a fim de estabelecermos uma relação estética a poesia, a música e a imagem, oferecendo elementos para uma transdisciplinaridade nos campos da Semiótica, Literatura, Artes, Engenharia, Comunicação, Sociologia, Psicologia, Filosofia e demais áreas que, ao se colocarem diante desse fenômeno ‘perceberão’ que suas implicações são dinâmicas, configurando-se num campo fértil aos estudos acadêmicos.

    Nesse sentido, as Poéticas Visuais vêm contemplar nosso estudo, uma vez que as relações estéticas entre a produção e a linguagem videoclipe, são assuntos que não podem deixar de ser observados diante de sua influência junto aos meios de comunicação de massa e aos consumidores da Indústria Cultural, dentre elas, a fonográfica.

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  • Graffiti: sua velocidade, seu tempo, seu público

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    Graffiti: sua velocidade, seu tempo, seu público



    Este trabalho propõe a reflexão do graffiti como obra artística e como manifestação. As transformações ocorridas em suas formas de apresentação, geradas pela velocidade com que capta a realidade que lhe é imediata, própria a seu tempo, ao seu público e seu contexto.

    Numa perspectiva de registro e leitura do graffiti local, os valores a que remete centralizam nossas reflexões na questão da comunicação e da arte na cidade, para o entendimento das motivações, influências e, principalmente, a criatividade de que estão prenhes em seu nível estético.

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  • Interfaces: Literatura e Pintura (uma interpretação histórica do cotidiano operário do século XIX)

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    Interfaces: Literatura e Pintura (uma interpretação histórica do cotidiano operário do século XIX)



    O objetivo da dissertação foi reler o cotidiano operário do século XIX através da literatura e da pintura. Este estudo se tomou possível devido à mudança que ocorreu na História empreendida pela Escola dos Annales que deixou de lado o enfoque nos grandes homens e nos documentos oficiais, para destacar a História dos que até então foram deixados de lado: os trabalhadores, os excluídos e os oprimidos. A novidade dessa historiografia é o dia-a-dia dos homens comuns, dos desconhecidos, daqueles de quem nunca se fala, que não são célebres.
    Essa história do cotidiano do homem é tão significativa, dramática e sedutora quanto a dos grandes homens e dos grandes trabalhos. Dentro das novas possibilidade inauguradas pelos Annales, é que buscamos a literatura e a pintura como fontes históricas, para resgatar índices do cotidiano do trabalhador como: sua maneira de viver, de morar, de vestir, de comer, suas doenças, sexualidade, entre outros.

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  • O engenho e a arte na tapeçaria

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    O engenho e a arte na tapeçaria



    O presente trabalho enfoca a tapeçaria, e uma específica: La Dame à la Licorne. Há nele um corte diacrônico na tapeçaria, bem como um sincrônico no seu fazer.

    Na parte em que discute a tapeçaria do Cluny, contém uma leitura sedimentada no símbolo e o mito. A diacronia abrange a temporalidade da produção e a sincronia uma descrição em nível da história da religião e do mito.

    A leitura foi um processo de atualização e presentificação da La Dame à La Licorne, utilizando-se de uma metodologia ajustada ao texto não-verbal.

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  • Os corvos que não são sonhos: de Van Gogh a Kurosawa

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    Os corvos que não são sonhos: de Van Gogh a Kurosawa



    O presente texto justifica-se pelas vertentes que Van Gogh abriu à modernidade artística. O pintor deixou à posteridade o legado das telas e das cartas.
    Por estas, pode-se fazer uma leitura a partir dele mesmo, uma vez que as cartas são manifestações internas e cotidianas.
    Por aquelas, pelos auto-retratos, também pode-se ler o artista a partir dele mesmo, pois cada retrato é uma face diferenciada do seu eu.
    Pelas telas, o espectador-leitor distanciado, objetivamente executa a análise crítica. Será desenvolvida em três capítulos. O primeiro será o questionamento sobre a escolha de Van Gogh como tema básico da dissertação.
    O segundo capítulo, Van Gogh por Ele Mesmo, a partir das informações contidas em suas cartas, na qual se encontra cada obra realizada e, finalmente, no terceiro capítulo serão realizadas Análises das obras apresentadas pelo filme, de onde coloca-se a visão do leitor-espectador, a partir dos Sonhos de Akira Kurosawa.

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  • O mural da Santíssima Trindade em Botucatu

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    O mural da Santíssima Trindade em Botucatu



    A pintura mural “Santíssima Trindade”, executada pelo artista Henrique Carlos Bicalho Oswald na Capela do Seminário São José em Botucatu no ano de 1953 foi avaliada por meio de recursos metodológicos específicos.

    No decorrer das pesquisas foi encontrado um Anteprojeto do autor, o que possibilitou uma comparação entre este e o produto final. Foram feitas e comparadas às leituras de ambos, ficando claros os aspectos retidos e acrescentados. Os resultados obtidos permitiram concluir que:

    houve importante relação de mecenato entre o Bispo d.Henrique G. Trindade e o pintor Henrique C.B. O Oswaldo;
    houve um crescimento da obra na direção do simbólico;
    a obra constitui um testemunho eloqüente das intenções didáticas do bispo, fixando os objetivos e ideais religiosos da época;
    o Mural constituiu um marco importante na carreira do pintor;
    a obra de arte analisada, dado o seu valor artístico e religioso é um marco cultural da comunidade.

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