Da criação à globalização: Michelangelo e o processo de re-criação

Léa Sílvia Braga de Castro Sá

RESUMO

Buscando uma fundação em Estética da Recepção e Semiótica, vamos percorrer o lote de unidades de sinais de criação verbal e não verbal. Em retorno ao Gênesis e Michelangelo (A Criação – Capela Sistina), buscamos a chave para reler o que foi feito, na sequência do processo de intervenção e interversões (seja na arte ou na mídia).
O leitor, participante na construção do sentido de construção, com a sua leitura estabelece a intertextualidade e atualiza o texto, em busca de pontos de isotopia. Esta retomada re-fortalece o processo criativo, recuperando o passado no presente, atualizando esta constante recriação, complexa relação entre texto e leitor.
Como a imagem passa através dos textos e os tempos, especialmente hoje em dia com as formas de mídia, as palavras e as imagens interagem e possibilitam, de forma mais eficiente, a revitalização e socialização do conhecimento, antes restrito a uma minoria.

ABSTRACT

Seeking a foundation in the Reception Aesthetics and Semiotics, let us go through the plot of units of signs of verbal and nonverbal Creation. In a return to Genesis and Michelangelo (The Creation – Sistine Chapel), we seek the key to reread what has been done, following the intervention process and interversions (whether in Art or in the Media).
The reader, participant in the construction of meaning construction, with its reading establishes the intertextuality and updates the text, searching for points of isotopy. This resumption restrengthens the creative process, recovering the past in the present, updating, this constant recreate, Complex relationship between text and reader.
As the image passes through the texts and times, especially nowadays with the media forms, words and images interact and make possible, more efficiently, the revitalization and socialization of knowledge, once restricted to a minority.

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