Arquivo por Autor

Os corvos que não são sonhos: de Van Gogh a Kurosawa

Eliane Patricia Grandini Serrano

RESUMO

O presente texto justifica-se pelas vertentes que Van Gogh abriu à modernidade artística. O pintor deixou à posteridade o legado das telas e das cartas.

Por estas, pode-se fazer uma leitura a partir dele mesmo, uma vez que as cartas são manifestações internas e cotidianas.

Por aquelas, pelos auto-retratos, também pode-se ler o artista a partir dele mesmo, pois cada retrato é uma face diferenciada do seu eu.

Pelas telas, o espectador-leitor distanciado, objetivamente executa a análise crítica. Será desenvolvida em três capítulos. O primeiro será o questionamento sobre a escolha de Van Gogh como tema básico da dissertação.

O segundo capítulo, Van Gogh por Ele Mesmo, a partir das informações contidas em suas cartas, na qual se encontra cada obra realizada e, finalmente, no terceiro capítulo serão realizadas Análises das obras apresentadas pelo filme, de onde coloca-se a visão do leitor-espectador, a partir dos Sonhos de Akira Kurosawa.

ABSTRACT

This text is justified by the issues that Van Gogh opened to modern art. The painter has left to posterity a legacy of paintings and letters. For these, we can do a reading from it, since the cards are internal manifestations and of everyday things.

For those, the self-portraits, can also be read from the artist himself, as each picture is a different face of his self.

The screens, the distanced viewer-reader, objectively performs critical analysis. The work was developed in three chapters.

The first is questioning of the choice of Van Gogh as a basic theme of the dissertation. The second chapter, Van Gogh by himself, from the information contained in his letters, in which each work is performed and, finally, the third chapter will carry out an analysis of the works presented by the film, where the vision of reader/viewer is placed, from Akira Kurosawa’s Dreams.

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O mural da Santíssima Trindade em Botucatu

Henrique Carlos Bicalho Oswald

RESUMO

A pintura mural “Santíssima Trindade”, executada pelo artista Henrique Carlos Bicalho Oswald na Capela do Seminário São José em Botucatu no ano de 1953 foi avaliada por meio de recursos metodológicos específicos.

No decorrer das pesquisas foi encontrado um Anteprojeto do autor, o que possibilitou uma comparação entre este e o produto final. Foram feitas e comparadas às leituras de ambos, ficando claros os aspectos retidos e acrescentados. Os resultados obtidos permitiram concluir que:

  1. houve importante relação de mecenato entre o Bispo d.Henrique G. Trindade e o pintor Henrique C.B. O Oswaldo;
  2. houve um crescimento da obra na direção do simbólico;
  3. a obra constitui um testemunho eloqüente das intenções didáticas do bispo, fixando os objetivos e ideais religiosos da época;
  4. o Mural constituiu um marco importante na carreira do pintor;
  5. a obra de arte analisada, dado o seu valor artístico e religioso é um marco cultural da comunidade.

ABSTRACT

The mural “Trinity”, performed by artist Carlos Henrique Oswald Bicalho in the Chapel of Saint Joseph Seminary in Botucatu in 1953 was assessed by means of specific methodological features.

During the research a draft from the author was found, which allowed a comparison between it and the final product. Comparisons of both readings were made, becoming clear the aspects retained and added. The results showed that:

  1. there was a significant relationship between the Bishop d.Henrique G. Trinidad and the painter Henry CB The Oswaldo,
  2. there was a growth of work towards the symbolic,
  3. the work is an eloquent testimony of the bishop’s didactic intentions, setting goals and religious ideals of the time,
  4. the Wall was an milestone in the career of the painter,
  5. the reviewed work of art, because of its artistic and religious value is cultural landmark of the community.
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Degas: O pintor e o fotógrafo

Maria Cristina Romão da Silva

RESUMO

Este é um estudo sobre Degas, pintor e fotógrafo, com foco em seus nus (de mulheres tomando banho). Impressionismo, Realismo, bem como o início da fotografia e suas influências sobre Artes Plásticas são utilizadas para contextualizar Degas.

A presente dissertação está dividida em três capítulos, como segue: 1 – O Olhar Impressionista; 2 – Degas; 3 – Olhando pelo buraco da fechadura.

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Editoração eletrônica: novos comportamentos editoriais e estéticos

Ricardo Nicola

RESUMO

Esta dissertação apresenta uma nova ferramenta no processo de produção de mídia impressa especializada: editoração eletrônica. Por ser uma ferramenta importante para esse meio de comunicação, a visualização da sua jornada evolutiva começou na pré-história dos veículos informativos, avançando para a sociedade informática. E foi apenas nesta última etapa social que a editoração eletrônica legitimou sua função, resultando em impactos sobre a produção desses meios de comunicação e condicionando novos estilos.

Na apresentação desta nova sociedade pós-industrial, uma mudança de trabalho e na esfera do lazer foi verificada, cuja fusão está presente e nessa interação, áreas de trabalho para publicação surgiram em casa, em pequenos departamentos. Nesta viagem, editoração eletrônica tornou-se um objeto de reflexão por causa de seus aspectos de condicionamento que promoveu momentos de observação em relação a uma possível ameaça à criatividade, graças a suas facilidades e clichês.

Por outro lado, diferentes aspectos positivos das áreas de trabalho também mostraram, ao mesmo tempo, seus aspectos condicionantes, resultando em um reestudo de sua execução em diferentes meios de comunicação impressos, mostrando seus efeitos e compartilhando pontos de vista. Assim, novos estilos e uma maneira editorial de produção surgiram também. Adicione a este aspecto de editoração eletrônica – em termos gerais – a informatização dos artigos de revista – que vem resultando na demissão de jornalistas, que é outro aspecto importante na apresentação da dissertação.

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Do Ballet ao Cabaret: Degas e Toulouse Lautrec

Ana Flora Zaniratto Zonta

RESUMO

O cerne desta tese é o gesto de diálogo entre Degas e Toulouse Lautrec, cujos corpus são os bailarinos (Degas) e os dançarinos (Toulouse Lautrec). A possibilidade do gesto como expressão, linguagem e comunicação, e suas relações com o verbal é discutida.

O contexto situacional dos pintores relacionados (Ópera de Paris e Moulin Rouge) chamado Ballet e cabaré traça o produto artístico de Degas e Toulouse Lautrec. O diálogo gestual expresso na arte, visto por diversos autores, permite esta leitura inter-telas (Degas e Toulouse Lautrec), que é feito na rota construtora do texto.

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A ilustração não-digital e a ilustração digital: um estudo das etapas da produção para otimização da comunicação

Milton Koji Nakata

RESUMO

Este artigo contém um breve resumo da tese defendida em Poéticas Visuais, cujo título é “A ilustração não-digital e a ilustração digital: um estudo das etapas da produção para otimização da comunicação”.

Com o detalhamento dos itens mais importantes, a mentalidade da tese foi a investigação do processo de produção digital e não digital.

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A ilustração: o ilustrador leitor

Maria Luiza Calim de Carvalho

RESUMO

As ilustrações de Darcy Penteado para a revista Status – 25 contos brasileiros de 1976, e seu discurso sobre a leitura e o mérito de estar oferecendo uma imagem anexada a um texto literário foi o elemento gerador para esta pesquisa. Procurou-se a trajetória de leitura do leitor Darcy Penteado para descobrir as relações entre o conto e a ilustração, e entre o conto e a obras de arte, das quais o ilustrador fez cortes e retirou fragmentos para compor suas ilustrações.

O processo de construção das ilustrações foi mapeado através dos pontos de fixação entre texto e ilustração e vale a permanência entre todas as ilustrações que denuncia um traço de estilo e inovação.

O processo criativo de ilustração é marcado pela intertextualidade. Além da ilustração de obras do artista plástico Darcy Penteado terem sido resgatadas, esta pesquisa contribui com mais uma visão sobre a leitura de imagens associadas a textos, sobre o ponto de vista do leitor e sua trajetória de leitura.

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Da criação à globalização: Michelangelo e o processo de re-criação

Léa Sílvia Braga de Castro Sá

RESUMO

Buscando uma fundação em Estética da Recepção e Semiótica, vamos percorrer o lote de unidades de sinais de criação verbal e não verbal. Em retorno ao Gênesis e Michelangelo (A Criação – Capela Sistina), buscamos a chave para reler o que foi feito, na sequência do processo de intervenção e interversões (seja na arte ou na mídia).
O leitor, participante na construção do sentido de construção, com a sua leitura estabelece a intertextualidade e atualiza o texto, em busca de pontos de isotopia. Esta retomada re-fortalece o processo criativo, recuperando o passado no presente, atualizando esta constante recriação, complexa relação entre texto e leitor.
Como a imagem passa através dos textos e os tempos, especialmente hoje em dia com as formas de mídia, as palavras e as imagens interagem e possibilitam, de forma mais eficiente, a revitalização e socialização do conhecimento, antes restrito a uma minoria.

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A linguagem do espaço – tempo (as inter-relações da arte cubista e os meios informacionais)

José Marcos Romão da Silva

RESUMO

Este estudo procurou oferecer uma abordagem didática em relação com os fundamentos do cubismo espaço temporal derivada da teoria da relatividade, uma vez que o carácter exaustivo sobre o assunto, considerando a necessidade de uma explicação mais consistente da física Einsteinium postula que não é exatamente uma pesquisa tema, apesar de estar em seu coração.

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Mondrian e o percurso de uma poética

José Marcos Romão da Silva

RESUMO

Esta dissertação intitulada Mondrian “O Percurso de uma Poética” foi desenvolvida durante o período do primeiro semestre de 1991 ao primeiro semestre de 1993 no curso de Pós-Graduação “Projeto, Arte e Sociedade”, na área de concentração de Poéticas Visuais. A Dissertação propõe a abordagem do determinismo versus atividade criadora no âmbito da obra de Mondrian convencionada da expressão “O Percurso de uma Poética”.

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